O Que É um Full-Stack Developer?

A indústria de desenvolvimento web atualmente traz novas tecnologias, assim como novos frameworks, com o intuito de criar aplicações interativas e escaláveis. O momento faz surgir novos termos, como o chamado full-stack. A arquitetura web passa a ser concebida de maneira diferente, ao passo que os desenvolvedores web precisam estar aptos às novas exigências tecnológicas do mercado.

A web basicamente consiste de duas camadas. Um web browser (ex: google chrome, IE, safari, etc) apresenta a informação para o usuário, para o qual é transferida de um servidor web. Então, o cliente é o próprio browser, enquanto o servidor é um computador que hospeda o conteúdo.

Figura retirada de http://bit.ly/1LX7kVz

 

É comum a rotulação de tipos de desenvolvedores em back-end e front-end. A camada cliente representa o front-end, como o servidor representa o back-end. Os desenvolvedores back-end são aqueles que desenvolvem o código da lógica de negócio da aplicação. Já os programadores que se intitulam front-end lidam com a camada de visualização da aplicação, a interface gráfica (UI).

Pode-se pensar, sem dúvidas, que o conjunto back-end + front-end envolve muitas tecnologias. Por exemplo, o back-end envolve um banco de dados relacional (SQL Server, MySQL, Oracle, PostgreSQL,…) ou não-relacional (Redis, MongoDB,…) e pelo menos uma linguagem de programação, como PHP, ,Net, Java, Ruby, entre outras. Para o front-end, HTML, CSS e Javascript constituem os principais pilares desse tipo de desenvolvimento. Fora os outros frameworks JavaScript, como jQuery, AngularJS, Knockout, Ember, assim por diante.

Não muito tempo atrás, era fácil encontrar nas empresas um time de desenvolvedores back-end e uma outra equipe que cuidava do front-end. Entretanto, esse cenário está mudando. É importante frisar que, para se manter competitivo E no mercado, precisamos expandir nossos horizontes e nos lançar para o novo, mesmo sabendo que haverá riscos. Fato é que um desenvolvedor ‘funcional’ hoje em dia, para ser contratado por boas empresas, precisa ter competências dos dois lados da moeda (back/front). Ora, como um resumo, se destrincharmos o esquema apresentado acima e colocarmos em forma de pilha (como mostra a figura a seguir), um desenvolvedor full-stack é aquele que preenche todos os espaços da pilha: consegue trabalhar bem com ambas as partes.

full-stack

Figura retirada de http://bit.ly/ZJJOXY

 

Além do mais, quais são outros temas específicos da pilha possíveis de explorar?

  1. Sistemas Operacionais: Linux (e conhecimentos de linguagem de script, como ShellScript).
  2. Ferramentas de versionamento e de virtualização: TFS, Git, Mercurial (controle de versão); VirtualBox, Vagrant (virtualização),
  3. Servidores web e hospedagem: Apache, Nginx, Tomcat (servidores); Amazon, Azure, etc (hospedagem).
  4. Design de interface: Photoshop, Illustrator.
  5. UX – Experiência do usuário (web semântica, compatibilidade cross-browser, design responsivo)
  6. Media Queries e Pré-processadores de CSS: LESS, SASS.
  7. Web Services: Ajax, json, XML, WebSockets.
  8. Desenvolvimento e manipulação de APIs
  9. Frameworks de desenvolvimento mobile (não menos importante): Xamarin, PhoneGap.
  10. Padrões de arquitetura: MVC, MVVM, MVP.

 

Conclusão

Ser um desenvolvedor full-stack não implica necessariamente ser um desenvolvedor experiente, ou um desenvolvedor web. Basta o programador ter conhecimento razoável em tecnologias back-end e front-end, de modo que se sinta confortável com ambas metodologias. As empresas atualmente procuram versatilidade, logo procuram um profissional “completo”, que vá além e resolva os mais diversos tipos de problemas que impactam no negócio do cliente. Fato é, programadores devem ter consciência de que para se manterem ativos, precisam estar engajados com o que há de melhor no mercado.

 

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71 Respostas para “O Que É um Full-Stack Developer?

  1. Parabéns pelo post, há tempos que o cenário de desenvolvimento vem trilhando esse caminho.

    E é como foi citado no material, cabe a nós, enquanto desenvolvedores, realizar a adaptação a esse novo bioma.

    Espero que continue realizando publicações desse tipo.

    Abraços.

  2. Me entristece ler esse tipo de post e, pior ainda, gente concordando com ele. Acompanho o mercado TI fazem alguns anos e um dos motivos que vejo das empresas não pagarem o devem aos profissionais é: O Severino. O Severino é aquele cara que é porteiro, zelador, segurança, faxineiro, eletricista, encanador e mecânico. Sem falar que nas horas vagas é cozinheiro e costureiro. Mas e ai Severino, qual o seu cargo na sua carteira de trabalho? “Auxiliar administrativo!” Pô, como assim? É, é isso mesmo. Parem de colaborar com isso, se você bate no peito e diz saber uma tecnologia, realmente saiba! Não pense que só porque tem uma aplicação na sua empresa que roda em C# e o resto das outras dez rodam em .NET que você sabe C#. Esses cargos que o mercado fica empurrando são péssimo para nós profissionais. Faça uma busca rápida no Apinfo, veja a descrição das vagas. O profissional precisa saber HTLM, CSS, Javascript, C#, Java, Ruby, programar em Android, iOS e etc. Me diz, quem sabe tudo isso? Se sabe, me desculpa cara, mas você pensa que sabe. Você já mexeu, fez alguma coisa ou outra, mas saber tudo isso, a meu amigo, você está muito enganado. Chega na entrevista e você diz que sabe tudo isso e pede pra ganhar 4, o recrutador pensa, pô vou pagar 4 para um profissional sendo que se eu contratasse um que só programasse Java pagaria 5 e um que só programasse C# pagaria mais 5, estou economizando 6 numa tacada só! Mas o que ele não leva em consideração é que o cara que trabalha só com Java sabe muito mais, entende muito mais do que o Severino (que não sabe de nada no final das contas). Sou DBA e o que eu mais vejo é aplicação mal escrita, desenvolvedor que abre conexão com o banco, mas não fecha. Desenvolvedor fazendo select * from tabela sendo que nem precisa de todas as colunas… Quando falo pro cliente que o problema é a aplicação ele fica bravo, não acredita, acha que estou tirando o meu da reta. Amigo, se você quer trabalhar com TI você vai ter que estudar muito uma tecnologia, virar noites, tirar certificações, fazer cursos e NUNCA parar de estudar. A nossa área paga mais que as outras isso é verdade só que o que estudamos é exacerbadamente maior e muito mais constante que as demais. Quer ser programador Java? Acorde, tome café da manhã com Java, leite e cereais. Vá almoçar arroz, Java, feijão e bife. Durante o tempo no ônibus leia sobre Java. No jantar como seu macarrão ao molho Java e na hora de dormir leia algo sobre Java de novo. Coma, respire, beba Java e ai sim você pode bater no peito e dizer: “Eu sei Java!” Até lá meu amigo, você não sabe de nada. Agora me diz, quem tem tempo de fazer isso para todas essas linguagens? Ninguém! É ai que veremos especialistas genéricos que na hora do vamos ver jogam a culpa em outras áreas ou não sabem o que fazer e tentar parar e subir a aplicação pra ver se resolve.

    • Gostei do seu ponto de vista Gabriel… Eu li o artigo e tive a mesma opinião dos demais, aí quando li sua opinião me encaixei muito mais, obrigado por compartilhar seu ponto de vista.

    • Veja o trecho do site que o Thiago referenciou:

      É preciso estar por dentro das variadas tecnologias que envolvem soluções de TI, e isso não implica ser fluente em todas elas. Entenda o baśico das várias camadas da stack e se especialize em alguma área como você mesmo sugere.

      “Is it better to be a full-stack developer?

      Being a full-stack developer means to have an open mind towards new technologies, having your hands dirty in each one and to have an understanding of how a web application gets done from a concept to design to the finished product.

      The idea of a “full-stack developer” isn’t about being fluent in every possible technology there is, because specialization exists for a reason. It’s more about having an understanding in each of the areas above, to communicate intelligently between team members and to be a good asset if the situation needs it.

      The full-stack developer will have an increasingly important role in the web development of the future, especially when development methods such as DevOps are becoming an essential part of software development companies, where the line between code developers and administrators who are responsible for code deployment and setup is getting thinner each day.”

    • Olá Gabriel. Concordo muito com sua opinião. Atualmente sou estudante de Sistemas de Informação e desde o início do curso tenho estudado C#, foi quando entrei um estágio pra desenvolvimento web. Confesso duas coisas: 1.fiquei assustado com o mundo do front-end;
      2: fiquei maravilhado com o mundo do front-end. Tinha conhecimento zero de javascript, quase zero de HTML e CSS. Conhecimento básico em C# com OO, Entity Framework e tal. Chegando ao estágio tive contato com Javascript, HML, CSS e alguns frameworks com AngularJS e Bootstrap. Tudo muito lindo, mas muito difícil de aprender tudo isso. Hoje não estou mais no estágio, mas infelizmente estou me submetendo aos estudos Severino’s, como vc citou. Vejo os requisitos mínimos pra vaga de estágio, estágio, hein e simplesmente não posso me permitir dedicar à uma única vertente do desenvolvimento. Triste verdade.

    • Amigo…. Por mais que eu concorde, tenho que discordar, se vc ficar amarrado a somente uma linguagem, uma plataforma, uma merda qqr, pode ser sim que vc seja especialista e ache uma empresa, mas até então, o mercado está uma bosta, e cada vez pedindo mais e pagando menos, entao se quiser ficar somente com um conhecimento, suas chances vão diminuir.

    • Discordo de você, acho que o desenvolvedor full stack é um caminho natural pra todo programador interessado em evoluir seus conhecimentos. Sempre trabalhei como full stack, mesmo antes de conhecer o termo, porque pra mim era algo natural saber todos os processos do desenvolvimento, independente se é back-end ou front-end. Se é a aplicação ou se é o ambiente, se é linguagem de programação ou banco de dados.

      Conseguir saber muito de uma coisa só, pode ser talvez uma limitação sua, mas não se pode generalizar baseado em você mesmo.

      Existem programadores ruins, independente se eles tentam saber muita coisa ao mesmo tempo ou não. Tem gente que estuda só uma linguagem e faz todas essas besteiras que você citou.

      Mas concordo, ser Full Stack não é pra qualquer um. Mas não concordo com o “programador deus”, que sabe tudo de tudo. Ninguém sabe totalmente uma linguagem por exemplo, mesmo se você só estuda uma linguagem, o mesmo vale pra quem sabe de muitas coisas, sempre o conhecimento vai ser limitado e evoluído com o tempo.

      E esse negócio de “certificado” é uma coisa tão ultrapassada. Com essa mente você vai acabar ficando para trás, jovem!

  3. Realmente uma visão muito boa sobre o assunto, não necessariamente um full-stack developer precisa ter domínio absoluto sobre todos itens abordados, porém a experiência em todas áreas citadas refletem na qualidade final do trabalho. Parabéns!

  4. O Gabriel falou bem. Esta tendência é mais uma vez o arroxo por parte dos pseudos empresários que temos neste país. Sabe pq somos tão improdutivos relação a qualquer empregado de fora? Não somos eficazes. Ainda não nos conscientizados que eficácia requer profundo conhecimento, e não um monte de superficialidades. Isto é válido desde a construção civil até nossa área. Não estamos nunca na vanguarda pq não fazemos o devido aprofundamento.

    • Full-stack
      Full planet
      Full universe
      Full buraco Negro
      Full além túmulo.

      Não demorará muito e teremos que ter conhecimento superficial até do desconhecido.

  5. Boa tarde galera,

    Achei o post muito interessante, porem curti mais ainda os comentários.

    Tanto o do Gabriel que mostrou a opinião de muitos de nós ao ver vagas pedindo conhecimento em todas as linguagens de programação e oferecendo uma mixaria, quanto o post do Nilton falando sobre não ter necessidade de especialização para se encaixar nesta nova “metodologia”, na qual me senti a vontade!

    No final acabo concordando com ambas as partes, pois tanto na especialização quanto a miscigenação na careira tem o seu lado bom, já que não adianta ser um especialista Java conhecendo 99,9% das funções nativas e não saber como utilizar, como sitado pelo Gabriel deixando as conexões abertas e realizando “select * from” ou arranhar JS, Java, C#, APS, PHP, T-SQL, PL/SQL… e não saber uma função nativa de nenhuma linguagem ou a melhor logica para se utilizar.

    Muito obrigado pelo post e pelos comentários.

    Att.
    Fábio dos Santos

    • Obrigado a você, Fábio! É verdade o que você falou, de nada adianta ficar “pro” numa linguagem ou várias, mas você não sabe utilizar seus recursos para resolver problemas. Aliás, esse é o maior erro que as escolas de treinamento cometem: para ganhar dinheiro, vendem cursos onde ensinam a sintaxe das linguagens, prometendo que se o aluno fizer os cursos X,Y,Z ele aprimorará suas habilidades a ponto de estar apto para conseguir uma melhor colocação no mercado. Uma grande hipocrisia.

  6. Ótimo artigo, só gostaria de deixar algumas sugestões de melhorias:
    1) Senti falta dos teste: firebug, jshint..
    2) Acredito que o item (3) Design de interface e (4) UX são skills de um designer gráfico ou um webdesigner.

  7. Eu não sei porque vocês estão assimilando FullStack com Severino, na boa, aqui na região sul o mercado ta bom e o dev fullstack tem valorização diferenciada, até porque o cara que entende e realmente é bom não se prostitui, e tenho certeza que ele tem lugar no mercado garantido. Seguindo na linha do pensamento de alguns de que as empresas exigem cada vez mais e pagam menos, o cara que é especialista em uma ou duas linguagens então ta na m* e nunca vai achar mercado.

  8. Acho contraditório as empresas exigirem tudo de um desenvolvedor sendo que nem a chance para contratar alguém sem experiência eles dão. Sou front e tenho muita vontade de aprender back end, mas não adianta aprender só em casa. É preciso experiência e as empresas tem que abrir esse espaço para quem está disposto a aprender também, incentivando com cursos por exemplo.

      • Open source não põe comida na mesa da família amigo. Infelizmente sim, as empresas estão apoiando full stack pra poder exigir mais por menos. Sou desenv a pelo menos 16 anos e é o que estou vendo no comportamento do empresariado. Viramos massa de manobra assim como metalurgicos. Concordo que temos sim que aprender sobre pilha toda (eu mesmo faço isto chegando agora a montar minha própria distro Linux pra satisfazer meu conhecimento) mas sinceridade, ser confrontado numa entrevista ou ameaçado pelo discurso do custo só pq o idiota do teu patrão brilhou os olhos com a chance de estalar o chicote é ridículo e nos tira a dignidade.

      • Opensource da EXPERIÊNCIA/idéias/networking/crowdsourcing. Fullstack e projetos opensource é só a pontinha do iceberg é BÁSICO! indiferente se vc quer ser um engenheiro da computação ou não. O iniciante precisa ter um propósito, sem isso vc n chega a lugar nenhum

      • Concordo com você lucianoseibel!

        Acho que programar é como o modo de lavar certos tipos de tecidos(linguagem). Se colocar tudo junto na máquina o tecido estraga. Se fizer tudo nas coxas uma hora dá merda, aí vem as gambiarras pra remendar…

        É melhor lavar o tecido na mão separado, mesmo que dê mais trabalho e demora mais , do que fazer um estrago sem concerto.

      • Oi Vagner. Até tentei seguir seu conselho. Mas como? Não tenho a mínima ideia por onde começar! Já trabalhei com git e com automatizadores de tarefas, mas foi pouco para conseguir o conhecimento pleno. Quando pensei que começaria a praticar na empresa fui demitida. Motivo: Baixo rendimento. Mas sei o real motivo. Fui demitida para ser substituída por uma pessoa sem experiência para receber um salário bem mais baixo. Como uma pessoa sem experiência pode ter mais rendimento no trabalho do que uma pessoa que já faz isso à 6 anos? Só um desabafo…

  9. eu creio que full stack deveria ser uma opção e nao uma obrigação mercadologica empurrada goela abaixo por empresas, entao se voce nao for um faz tudo voce ta fora ? e se ninguem te der uma chance ? … ai voce tem que resolver problema de banco, depois web server, refazer layout etc etc etc stressa bem mais do que deveria, desconta em quem nao tem nada com isso, joga tua saude no saco pra deixar seus empregadores felizes, “ta serto”

  10. Percebo que o pessoal da crítica negativa não possui sequer parte dos conhecimentos citados. Calma, você vai chegar lá (se perseverar)! Mas se não foi do tipo de criança que desmonta os brinquedos para ver como funcionam e monta novamente talvez seja uma indicação de que você não se enquadra no perfil desse novo termo.

    Ah, quanto ao artigo; esperava encontrar algo em inglês, mas estava no topo do Google, como snippet de resposta. Super completo, informativo. Parabéns!

    • Verdade Natan, o pessoal tá nos nervos aqui, alguns comentários soaram agressivos. Eu enxergo um full stack como um cara funcional, um faz tudo, corta gastos de empresas.
      Obrigado pelo feedback! Abraço

  11. Heloisa, para toda a linguagem existe uma comunidade forte na internet, por uma acaso a que eu participo é muito envolvida em cursos crowdsourcing, depois de alguns meses eu já estou traballhando em alguns projetos em paralelo e claro sem deixar de ganhar meu ganha PÃO como front end(mas aquela front end da velha guarda, html/css/javascript) na empresa onde trabalho. Sou aluno desses cara aqui http://webschool.io/, não to ganhando nada fazendo esse jaba pelo contrario eu ajudei no curso, os cara não são fraco. Mas isso é só o começo, só para entender como funciona o outro lado da moeda!

    • Oi Vagner. Obrigado pela dica. Gosto muito de trabalhar como front e vontade de aprender é o que não me falta.

      Estou muito desmotivada com o rumo que as empresas estão seguindo do mercado agressivo. Vou seguir seu conselho e fazer esses cursos. Sinto que o que falta é só um empurrãozinho. Às vezes fico perdida quando estou aprendendo uma nova linguagem. Configurei o ambiente no computador para começar aprender java que sempre tive vontade. Até comecei a estudar mas parei por faltar rumo e não saber qual o próximo passo, ou o que poderia fazer com isso.

      Obrigado pelo incentivo 😊

      • Heloisa outra dica! PROGRAMADOR DEPENDE DO INGLÊS, aprenda, quanto mais vc souber mais facil tudo séra! 😉 melhores materiais são em inglês.. que moleza senta no pudim 🙂 o// flw eh nois

      • Oi Heloisa, assim como o Wagner falou, por não saber os próximos passos você deve procurar ver o que os mais experientes estão fazendo. Eu tive esse problema no começo da faculdade e da carreira e te digo: Todos nós estamos sujeitos a ter essas inseguranças. Por quê? Porque não sabemos o fim, e o mercado muda constantemente. As necessidades, as tecnologias, as tendências. É insuficiente abrir um livro de programação e estudá-lo por inteiro, ou fazer um curso e obter um certificado. Nós temos que ir mais além. É preciso ver como as outras pessoas fazem, descobrir suas opiniões.

        Resumindo, eu acredito que você não deve se desanimar nos seus estudos e procurar desenvolver pequenos projetos para consolidar o que você aprendeu, e assim seguir devagar em busca de mais conhecimento.

  12. Galera, acho que ser full stack é ótimo.
    Saiba usar bem o martelo, mas entenda também como funciona um alicate, vai se dar bem.

    Agora quanto ao mercado já é outra história, o mercado que faz o Severino. Se te contratarem pra fazer de tudo por um valor que você não acha justo, simplesmente não aceite, ou fique um tempo e depois mude(já que recusar emprego tá difícil hoje).

    Eu sou desenvolvedor web e gosto tanto do back quanto do front. Sei que nunca vou me dar bem com design ou administrar um servidor, por falta de interesse em aprender. Mas tem quem curta tudo isso.

  13. Vejo muitas pessoas falarem que é Full Stack e tudo mais, porém, nem sabe dizer sobre essa pilha das partes existentes em um time de desenvolvimento. Muito bom o post, parabéns.

  14. Achei muito boa a definição de full stack do artigo. Porém, acredito que devemos ter fluência em pelo menos uma das camadas (exemplo back-end com PHP), ou seja, devemos nos preocupar em ser um profissional “T”, onde o “|” seria o PHP e o “_” seriam as outras camadas e tecnologias. A exemplo de um médico que é um clínico geral com especialidade em pediatria.
    Resumindo, devemos saber um pouco de tudo e bastante em alguma tecnologia específica.

  15. Olha é verdade, é praticamente impossível saber todas as linguagem e suas sintaxes, vc pode ter uma certa curiosidade por varias linguagens de programação, mais se quiser ser profissional, deve especializar em uma. existem pessoas que fazem duas ou tres ,ou ate mais faculdades, mais se coloca-la em pratica não consegue ser perfeita em nenhuma delas. Esse nome full-stack, é apenas para ludibriar a mente das pessoas.pois se já é muito difícil acompanhar as atualizações da linguagem o qual você já se dedica, imagina acompanhar de todas essa ditas em cima e mais alguns item complementares.

    • dae o cara que é pica das galaxia em java não sabe fazer um integração com um produto ou serviço xx usando outra linguagem, por exemplo python pq é feio ser fullstack.. fala sério fullstack é saber ler documentações.. nao precisa ser pica de python sendo que o fulano tem a lógica e tem as documentações para integrar algo. Sempre existiu fullstack só deram um nome.. assim como vários outros termos que vão surgindo. No minimo hoje em dia o fulaninho de de linguagem de baixo nivel dever saber como o ecossistema TI funciona.

      desculpa os erros e concordancias de portugues n revisei nada! 😀

  16. Especialistas e generalistas, com estas ou outras terminologias, sempre existiram e sempre terão seu lugar no mercado. Discussão antiga e improdutiva.

    • Olá Ítalo.

      Moro na zona norte/ bairro do limão.

      Não tenho conhecimentos em criar app mas estou disposta a aprender sim. Só não sei por onde começar…

  17. Bacana o artigo! Não conhecia o termo para designar um profissional que “jogue nos 2 times”. Há uns anos, bastava “um qualquer” para fazer um site inteiro (da parte visual à viabilizá-lo em algumas páginas HTML com formulários de contato simples); depois, o mercado foi se “especificando” e veio o designer (lado para o qual resolvi focar, já que fui me desprendendo de códigos de de querer “dar conta de tudo”, ainda mais em SP), os front-ends e os back-ends. Nem sabia que já existe um profissional mais amplo, não necessariamente o mais fodão em alguma das partes, porém que saiba manejar e conduzir o projeto junto com os demais envolvidos da equipe.

    Bom saber que, ao menos em tese (heheh, dentro de meus conhecidos, um ou outro que se destaca por alguma das performances no âmbito da programação), existe (poucos) profissionais que se dediquem a “abocanhar além de seu mundinho”.

  18. Excelente post, porém o mais interessante/importante pra mim, foi ler os comentários.
    Sou estudante de Ciência da Computação, e fico perdido sem saber para onde “atirar”, pois gosto muito de desenvolver HMTL5/JS/CSS3 porem agora a maioria das vagas são “full stack” então estou tentando aprimorar minhas outras habilidades no back-end por mais que eu goste mais de trabalhar com “front” e suas diversas tecnologias e frameworks. Só que me preocupo em acabar me tornando o que li nos comentários, usando uma frase que aprendi no exercito “ter um oceano de conhecimento com 3 dedos de profundidade”. Enquanto eu estava estagiando no front end estudei muito as tecnologias e frameworks pra pode usa-los e nao ser especialista naquilo e ainda aprendo todo dia, ai fico imaginando, aprender HTML5/JS/CSS3/PHP/SQL e ai os mais diversos frameworks e tecnologias jQuery, Jenkins, Laravel, Zend, MySQL, Postgree, Mongo, fica complicado saber pra onde ir, principalmente pra mim que estou começando.
    Inclusive gostaria de uma opinião de alguém que esta no mercado, de “pra que lado atirar”.
    Agradeço a atenção
    (atualmente estou atirando pro lado do front e pra variar um pouco python)

  19. Concordo tem que estudar um pouco de tudo estar por dentro do que tem de novo no mercado. Escolher duas ou três tecnologias para se especializar e tentar se manter atualizado. Saber tudo de tudo é bem difícil pois falta tempo e dinheiro para aprender tudo.

    Quem sabe um pouco de tudo sabe muito de nada…

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